segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Anjo do Cemitério

Em um redemoinho de vozes doces e estatuas que assombram as arvores em agonia... Uma sombra de trajes negros levou meu coração... E de graça me apaixonei por ele... Lord da escuridão agora sei quem tu és! Anjo do cemitério, da tempestade e dos luares na implacável beleza falta de teu rosto constrangido... Visões de um paraíso, onde companhias fantasmas sucumbiram para lamentar a perda de seu Deus no mais negro veludo... Procuro refugio em um cemitério de anjos dilacerados, em meio a túmulos de ébano negro sinto a vida perdes-se de mim em tua imagem... Onde a tumba do amor foi novamente aberta e sinto-me sem forças hoje para lacrar essa tumba desprezível... E pala minha eterna solidão melancólica e noturna tua lembrança sempre me acompanhara... Pois meu coração sempre estará contigo!



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